Escritório Público de Engenharia e Arquitetura
Reflexões acerca de 10 anos de práticas extensionistas
Palavras-chave:
Extensão Universitária, Educação Popular, Processos Participativos, Assessoria Técnica Popular, Escritório PúblicoResumo
Este artigo objetiva apresentar a atuação do Escritório Público de Engenharia e Arquitetura da Universidade Federal da Bahia - Bákó, na perspectiva dos seus 10 anos de existência. Busca com isso reconhecer práticas inspiradoras e disruptivas em relação aos métodos e conhecimentos eurocêntricos historicamente tidos como hegemônicos nas universidades. Nossa abordagem metodológica é baseada em documentos, registros e mídias digitais do escritório, assim como, de vivências e experiências da membresia, refletindo a identidade do projeto ressaltando a abordagem participativa e dialógica e a promoção da autogestão que guiam o Bákó. Como principais contribuições, observamos a continuidade na implementação de projetos de impacto social, a valorização de metodologias que potencializam o conhecimento popular, e a diversidade da membresia do escritório. A longevidade desse projeto de autogestão estudantil tem demonstrado também sua capacidade de adaptação diante de desafios como foi a pandemia.
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Copyright (c) 2025 Anais dos Encontros Nacionais de Engenharia e Desenvolvimento Social - ISSN 2594-7060

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