Extensão e Formação Humana

as experiências do Laboratório de Informática para Educação

Autores

  • Mariana Barbosa Ramos Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Leonardo Veiga Acioly Filho Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Jonas da Silva Melo Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Fernanda Duarte Vilela Reis de Oliveira Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Julia de Souza Silva Reis Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Angelo Gabriel Silva da Paixão Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Ricardo Jullian Graça Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Gilmar Constatino de Brito Junior Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Rejane Gadelha Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Guilherme Azevedo de Souza Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Jéssica Benicio Cabral Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Gyovanna Oliveira dos Santos Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Victor Franklyn Martins Moreira Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Priscila Cristina Leal Santos Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Carlos Henrique Farias de Barros Júnior Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Clarisse Luana Bezerra Rodrigues Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Saranah de Souza Marciano Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • Lucas Araújo Dias Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Palavras-chave:

Metodologia participativa, Dodiscência, Representatividade, Formação humana, Tecnologias

Resumo

Este relato aborda aspectos cruciais da extensão universitária no Brasil, na UFRJ e no Laboratório de Informática para Educação (LIpE), a partir de 2010. A extensão compõe o tripé universitário com um espaço de atuação dialógica com outros setores da sociedade. Em 29 anos de experiência e centenas de pessoas envolvidas anualmente, o LIpE busca contrapor uma formação tecnicista nos cursos de Engenharia, que, em seu tradicionalismo, fomentam a mecanização da mão de obra e a formação de ilhas de produtividade. Para tanto, a extensão pode ser proposta como um ambiente de transformação social, de acolhimento, de valorização do conhecimento, de dodiscência e de representatividade. Tais conceitos citados perfazem a importante peregrinação da educação e da sociedade como um todo para a promoção da justiça social. De forma colaborativa, o presente relato de experiência traduz a atuação das(os) extensionistas do Laboratório, e exemplifica a potência do diálogo na formação universitária.

Publicado

2023-12-02

Edição

Seção

Universidade, formação na engenharia e educação